SPOK, saxofonista

Formada por alunos de graduação em instrumentos de sopro e de percussão da Escola de Música da UFRJ, inscritos na disciplina de Prática de Orquestra, e também com suporte para o bacharelado em Regência de Banda, oferecido pela EM/UFRJ desde 2011.  Tem por objetivo proporcionar o desenvolvimento da prática de conjunto a partir dos conceitos orquestrais, bem como difundir a literatura brasileira e internacional para a formação de banda sinfônica, orquestra de sopros e sopros orquestrais. 

José Ursicino da Silva - maestro Duda

Em 27 de outubro de 1896, o Ten. Cel. Eugênio Rodrigues Jardim, que comandava interinamente o Corpo de Bombeiros, solicitou ao Ministro da Justiça e Negócios Interiores, Dr. Alberto Torres, autorização para criar uma Banda de Música. A resposta do ministro foi imediata. No dia 30 de outubro de 1896, a proposta era atendida, mas com a ressalva de não acarretar "ônus para os Cofres Públicos". O maestro Anacleto Augusto de Medeiros foi convidado para organizar e dirigir o novo conjunto musical. Compositor, professor e regente, formado em clarineta pelo conservatório Nacional de Música em 14 de dezembro de 1886, hoje Escola de Música da UFRJ, teve a responsabilidade de iniciar a banda mais importante de seu tempo..

Adelson Silva, baterista

A Banda Sinfônica Aprendiz é formada por alunos que integram a Orquestra Sinfônica Aprendiz (OSA) e atualmente conta com cerca de 20 instrumentistas. Desde 2011 o grupo tem se apresentado com um repertório independente e vem cumprindo agenda artística em locais como Museu de Arte Contemporânea (MAC), Teatro Municipal de Niterói, Sala de Cultura Leila Diniz, Teatro Popular de Niterói, dentre outras salas de concerto.

 

Sua formação instrumental inclui trompas, clarineta, flauta transversal, oboé e fagote. A condução do grupo tem sido feita por Gabriel Dellatorre, monitor de regência orquestral junto à OSA, sob supervisão do maestro Evandro Rodriguese.

Banda Sinfônica da Polícia Militar do RJ

Talvez a mais antiga banda em atividade no Brasil, a Banda Sinfônica da Polícia Militar do RJ teve origem com a criação da Guarda Real de Policia em 1809, com a introdução de formações musicais à nova Corporação. O Decreto Imperial de 10 de junho de 1866 criou a Banda do Corpo Militar de Policia da Côrte. Em 1962, foi criada Companhia de Músicos e em 2006, a Companhia de Músicos passou a condição de independente, e renomeada como “Companhia Independente de Polícia Militar - Músicos”. Atualmente seu comandante é o Major PM Músico Ronaldo Almeida da Silva.

O quarteto de saxofones da UNIRIO, criado para a prática da música de câmara dos alunos do curso de bacharelado em saxofone do Instituto Villa-Lobos, tem a direção artística do Professor Marco Túlio de Paula Pinto. O grupo tem se apresentado em eventos da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e em importantes palcos do Rio de Janeiro, como o Centro de Referência da Música Carioca, Sala Leopoldo Miguez, Casa do Choro, Centro Cultural da Justiça Federal, entre outros. Sua formação atual conta com o Prof. Marco Túlio, no sax soprano, Rafael Pacheco, no sax alto, Leonardo Justo, no sax tenor e Daniel Siqueira, no sax barítono.

Quarteto de Saxofone da UNIRIO

Quinteto Experimental da Escola de Música da UFRJ

O grupo apresenta formação camerística tradicional na música de concerto: flauta, oboé, clarineta, fagote e trompa. Seu objetivo é pesquisar, ensaiar e apresentar publicamente um repertório eclético e variado, que vai do período clássico até a música brasileira contemporânea. Numa perspectiva de integrar diferentes dimensões da formação do músico, oferece um trabalho em conjunto com alunos e professores.

 Se apresenta regularmente em eventos acadêmicos e espetáculos nas unidades e campi da UFRJ, assim como em espaços públicos, contribuindo para a democratização do acesso à música instrumental e para a formação de novas plateias. O quinteto é formado por: Thais Bacellar – flauta / João Gabriel Sant’anna – oboé / Mateus Lisboa – trompa / João Luiz e Gabriel Reis – fagotes

Irineu de Almeida e o Oficleide - 100 anos depois

Irineu Gomes de Almeida nasceu no dia 23 de novembro de 1862, no Rio de Janeiro. Compositor, trombonista, bombardinista e oficleidista, estudou no Conservatório Imperial de Música. Foi integrante da primeira formação da Banda do Corpo de Bombeiros do Rio de Janeiro (1896), atuando sob a regência do maestro Anacleto de Medeiros. Nessa época, frequentando as rodas do “Ao Cavaquinho de Ouro”, fez amizade com importantes músicos como Villa-Lobos, Luís de Souza e Quincas Laranjeiras. A ideia de inventariar e gravar a obra de Irineu de Almeida surge de uma conjuntura particular. Irineu foi sem dúvida o mais célebre dos oficleidistas brasileiros, e com sua morte, o instrumento desapareceu do universo do choro, onde era considerado figura central e responsável pelos contrapontos. Com o trabalho de pesquisa de Everson Moraes, o legado musical de Irineu de Almeida está agora disponível para as futuras gerações, através de gravações e caderno de partituras.